Arborização Urbana é o tema do próximo Agapan Debate, na segunda, 18/6

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O Agapan Debate da próxima segunda-feira (18/06) abordará o tema “Arborização Urbana de Porto Alegre”. Promovido pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), o evento é gratuito e acontece a partir das 19h no Auditório da Faculdade de Arquitetura da Ufrgs.

Serão palestrantes o ex-secretário de Meio Ambiente da Capital Beto Moesch, consultor ambiental, e o biólogo Flávio Barcelos Oliveira, gerente de Arborização Pública e Urbana da Prefeitura de Porto Alegre até 2017. Continuar lendo

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5/6 – ARI promove relatos com a participação de entidades associadas da APEDEMA/RS

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“Relatos Ambientais: uma perspectiva integradora” é o tema da programação alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente que acontece nesta terça-feira, 5 de junho, a partir das 9h, até às 12h, na sede da ARI – Associação Rio Grandense de Imprensa – Av. Borges de Medeiros, 915, 10º andar.

A atividade é uma ação em parceria com a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) da UFRGS, tem entrada franca e será realizada no Salão Nobre da ARI (Av. Borges de Medeiros, 915, 10º andar, em Porto Alegre). Continuar lendo

Riscos da mineração no Pampa é o tema do primeiro AGAPAN Debate de 2018

Captura de Tela 2018-03-16 às 07.33.01.pngUma das atividades que mais impacta e representa riscos constantes de desastres no meio ambiente, a mineração de metais pesados é o foco principal do evento Agapan Debate que será realizado no próximo dia 9 de abril, às 19h, no auditório da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

O evento é promovido pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e conta com o apoio da Universidade e da Assessoria de Gestão Ambiental (AGA) da Ufrgs.

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AMA pede retomada da mesa de diálogo entre CMPC e comunidade de Guaíba

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Fonte: http://www.amaguaiba.org                                       

A Associação Amigos do Meio Ambiente – AMA, de Guaíba, solicitou ao deputado Altemir Tortelli, atual presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, a retomada das reuniões da mesa de diálogo formada para buscar a construção de soluções para o conflito socioambiental entre a produtora de celulose CMPC (ex-Borregaard, ex-Riocell) e a comunidade de Guaíba.

A entidade, no ofício assinado pelo diretor Eduardo Raguse Quadros,  lembrou ao deputado que, em reunião dia 8/12/2017, foi definida uma pauta a ser trabalhada, composta dos seguintes problemas apresentados pela presença e funcionamento da indústria: altos níveis de ruído; incidência de materiais particulados, serragem e espuma sobre as antigas residências existentes na região circunvizinha ao empreendimento; presença de diferentes odores que extrapolariam os limites permitidos, tais como compostos reduzidos de enxofre, cloro, cal e voláteis oriundos da Estação de Tratamento de Efluentes – ETC; os riscos à comunidade exposta a acidentes potenciais como o vazamento de produtos tóxicos e explosões; e as alterações na malha viária que promoveu o fechamento de uma das principais avenidas da região.
A assessoria do deputado Tortelli respondeu, em 13/3,  à AMA informando que estariam fazendo ‘tratativas de data com a CMPC’.
Mais informações:

E ainda:

 

 

 

 


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Curicaca defende a proibição de carros nas areias das praias em Torres

Prossegue a campanha do Instituto Curicaca para que seja efetiva a proibição de carros nas praias de Torres. A atuação da entidade junto ao Parque Estadual de Itapeva tem  sido contínua ao longo dos últimos anos e estudos científicos comprovaram que o hábito local de usar a praia com carros impactava negativamente as aves e os lobos-marinhos (que usam a areia da praia para descanso).

Por esse motivo, em 2016, o Ministério Público Federal de Capão da Canoa solicitou à Prefeitura de Torres o fechamento do acesso à praia para veículos. O bloqueio aconteceu perto do final do ano e alguns usuários ficaram descontentes. A Prefeitura e Vereadores de Torres manifestaram-se contrários à decisão por acreditar que “afetaria o sucesso da temporada”. Porém, o que se viu, diz a entidade,  foi que outros usuários se beneficiaram da praia livre de carros – ciclistas, corredores, observadores de aves, famílias de veranistas e moradores que buscam um lugar mais tranquilo.
Veja as notas do Curicaca a respeito:

Instituto Curicaca passa a ter atuação fora do Rio Grande do Sul

Um novo ano acaba de começar e, com as energias renovadas, o Instituto Curicaca informa que 2018 trará mais avanços na conservação e uso sustentável da biodiversidade promovidos pela entidade.
Recentemente, dois novos projetos foram aprovados pela Fundação Grupo Boticário  ambos ampliando a atuação da ONG no âmbito nacional. Um deles é no já conhecido Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Unidade de Conservação cuja importância e ameaça de recategorização levou a instituição a sair novamente à sua defesa em 2017. O outro levará a entidade para atuar mais longe, em um bioma no qual ainda não trabalhou. O Curicaca estará em Roraima para preservar as Capinaranas Amazônicas e o Veado-galheiro.
O projeto Veado-galheiro (Odocoileus virginianus) nas Campinaranas Amazônicas: dinâmica de ocupação e abundância de uma espécie deficiente de dados no contexto da expansão do Parque Nacional do Viruá, Roraima” (ver foto acima), será realizado em parceria com a UFRGS, o ICMBio, o WWF e o Museu Nacional – UFRJ. 
No projeto Gestão das perturbações à avifauna em Sítio Ramsar e ordenamento do turismo de observação de aves no Parque Nacional da Lagoa do Peixe com organização e inserção da comunidade local”, a parceria vai ser com a UFRGS, o ICMBio e a Fundação Zobotânica.
Nesse momento, o Curicaca  está assinando os contratos com a Fundação e iniciando a fase de instalação das equipes e fazendo alguns testes preliminares de campo para testar equipamentos e metodologia.
  • Acompanhe as nossas notícias em www.curicaca.org.br e saiba mais detalhes sobre cada um dos projetos quando forem dados os primeiros passos de implantação.