Amigos da Terra divulgam Carta de Belém sobre a COP24

Captura de tela 2018-12-05 09.42.12Os Amigos da Terra Brasil, associada da APEDeMA/RS, fazem parte de um esforço internacional para divulgar a Carta de Belém, que resume em duas páginas posições de diversas ONGs contra a financeirização da natureza e o desenvolvimento de marcos legais que ameaçam a tutela constitucional dos bens comuns frente à COP24

Veja a posição do Grupo Carta de Belém, do qual somos integrantes, a respeito da COP24.

 

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Gaúchos lutam pela preservação do rio Camaquã

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Ambientalistas da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) se integram às iniciativas em defesa do patrimônio ambiental de Palmas, localizada em Bagé, na região da Campanha do Estado Rio Grande do Sul (RS). 

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Formação rochosa localizada entre os municípios de Lavras do Sul e Bagé, às margens do Rio Camaquã [30º 51’56.84”S e 53º 42’36.29”W], serviu de palco para a fotografia do grupo. Ao fundo, uma ampla vista representativa do Bioma Pampa.
Após ficarem sabendo, há pouco mais de um ano, sobre a intenção de uma empresa de instalar uma mina de metais pesados nas proximidades do rio Camaquã, as irmãs Márcia e Vera Colares, que residem em Bagé e têm propriedade rural em Palmas, abraçaram a árdua missão de agregar forças para defender os patrimônios ambiental e cultural da terra onde nasceram e vivem até hoje. Continuar lendo

Agapan visita região ameaçada por mineradora no Pampa gaúcho e leva apoio à população

Denominado Projeto Caçapava do Sul, empreendimento de mineração da Votorantim Metais (Nexa Resources) pretende explorar cobre, zinco e chumbo em mina a céu aberto e coloca em risco a bacia do rio Camaquã.

Em A área de 21.657 km², a Bacia Hidrográfica do Rio Camaquã estende-se por 28 município gaúchos, onde residem 356 mil habitantes, conforme dados do Comitê de Gerenciamento da Bacia.
Com o objetivo de intensificar a luta em defesa do bioma Pampa, em especial a bacia do rio Camaquã, comunidades, fauna e flora da região, integrantes da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) embarcam em Porto Alegre neste sábado (13) rumo à Palmas, localizada na região da Campanha gaúcha.
A comitiva, composta por associados e apoiadores da entidade, será recebida por moradores de Bagé e terá o reforço de uma turma de alunos da Universidade Federal de Pelotas, que estará acompanhada do professor Althen Filho, também associado da Agapan.

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GESP apresenta a proposta do Complexo Berço das Águas para a UPF

Captura de Tela 2017-12-15 às 17.06.16A convite da Universidade de Passo Fundo, o GESP – Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas, associado da APEDeMA/RS,  apresentou a proposta do Complexo Berço das Águas ao Reitor da Universidade de Passo Fundo. O encontro ocorreu na quarta-feira, 13/12/2017. Pela entidade, estiveram na Universidade a Flávia Biondo da Silva e o Paulo Fernando Cornélio.

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Dia do Pampa será comemorado no domingo, 17

Captura de Tela 2017-12-13 às 09.42.49Com uma mateada, será comemorado no domingo, dia 17, o Dia do Bioma Pampa. A data é comemorada neste dia por coincidir com o dia de nascimento do ambientalista José Antonio Lutzenberger, em 1926 (falecido em 14/5/2002)  A AGAPAN – Associação Gaucha de Proteção ao Ambiente Natural e o INGA e a própria APEDeMA, que é a federação das entidades ambientalistas, estão apoiando a atividade, com o MOGDEMA, Núcleo de Ecojornalistas do RS e Clube de Cultura. Atividades para comemorar a data estarão acontecendo em todo o Estado do Rio Grande do Sul.

O Pampa foi reconhecido como Bioma em 2004 e teve seu dia criado em 2007, necessitando ser considerado como patrimônio natural na Constituição Federal! (PEC do Bioma Pampa 05/2009).
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Artigo de Heverton Lacerda critíca opção pelo Carvão e o uso de expressões enganadoras no projeto de Lei

O Jornalista Heverton Lacerda, vice-presidente da Agapan, publicou artigo no Correio do Povo de 2/11/2017  em que critica a escolha pela implantação de uma usina termoelétrica a base de carvão em Rio Grande, sul do Estado do RS. A seguir, a íntegra:

Cinquenta tons de cinzas

A famosa estória de E. L. James, que está longe de ter unanimidade quanto à qualidade da narrativa, parece cair como luvas para uma analogia diante da proeza quase masoquista dos cinquenta deputados do parlamento gaúcho que aprovaram, no dia 24 de outubro, o projeto que institui um polo carboquímico no Pampa. Nem mesmo as expressões agradáveis “sustentável”, “ambientalmente apropriada” e “respeito ao ambiente” inseridas no texto do Projeto de Lei 191/2017 conseguem esconder a preocupação sobre o que fazer com as cinzas resultantes dos processos aplicados ao carvão mineral, que contém elevados teores de carbono em sua composição química. Tampouco, tais expressões foram suficientes para escamotear a inevitável constatação de que há riscos de impactos sociais e ambientais no processo de produção de amônia, nafta e metanol.

Não há mais dúvida de que algumas ações humanas estão acelerando a velocidade das alterações climáticas. O calor escaldante do verão e os cada vez mais frequentes tornados e vendavais são indícios claros dessas mudanças.

Mesmo vivenciando tudo isso nos dias atuais, não foram capazes os nossos 50 deputados de interromper esse projeto. Quais interesses reais se escondem por trás dessa postura coletiva quase unânime na Casa do Povo? Poderiam empresários chineses explicar isso? Aqui ninguém deu explicação alguma até o momento.

Com tantas opções tecnológicas já disponíveis para gerar energia de forma limpa, sem liberar resíduos ou poluentes, a partir dos movimento das ondas, da captação da radiação solar, da força dos ventos, por exemplo, é inaceitável que ainda sejam apresentados e aprovados projetos desse tipo, mesmo com a desculpa de gerar energia de base. Têm sido produzidos equipamentos com maior eficiência energética, ou seja, com consumo bastante reduzido em relação ao passado próximo. Incentivaram os cidadãos a trocar as lâmpadas de filamento por lâmpadas econômicas. As de LED, já popularizadas, consomem um décimo ou menos do que suas equivalentes em luminosidade. Aparelhos de TV, geladeiras, entre outros, também são mais eficientes. Quando a população de dispôs a colaborar, estava apostando que seus governantes iriam seguir o mesmo caminho. Mas, infelizmente, não é isso o que se percebe. Ao que parece, nosso governo e nossos 50 deputados perderam o passo do tempo e, anacronicamente, optam por nos impor um futuro poluído e cinza.

Amigos da Terra Brasil e Alemanha convidam para minicurso sobre Políticas Climáticas

Captura de Tela 2017-07-07 às 08.36.06Realiza-se nesta sexta-feira, dia 7 de Julho, no IAB RS, das 8h30min às 12h30min o minicurso sobre Políticas Climáticas organizado pelos Amigos da Terra Brasil e Amigos da Terra Alemanha, com a participação de representantes da Fundação Heinrich Böll Brasil, FASE,  e outras entidades.

As inscrições são gratuitas.
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