Aniversário da AGAPAN e Exposição de Artes – confira!

A Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) completará 47 anos nesta sexta-feira (27). Para comemorar o aniversário, a instituição disponibilizará para venda as obras doadas por mais de 100 artistas que participaram da mostra É Vida! Agapan. A exposição, com curadoria de André Venzon, ficou instalada no Museu de Artes do Rio Grande do Sul (Margs) de 6 de outubro a 15 de novembro de 2016. Os recursos arrecadados com a venda serão destinados à construção da sede da Agapan. As obras, todas no formato 30 x 30 cm, estarão disponíveis para aquisições a partir das 14 horas do próximo sábado (28) no estúdio da artista plástica Zoravia Betiol pelo valor unitário de R$ 200,00. O valor poderá ser parcelado em até 3 vezes nos cartões de crédito Visa e Master. O estúdio está localizado na rua Paradiso Biacchi, nº 109, bairro Ipanema, em Porto Alegre (RS). O evento estará aberto para associados e simpatizantes da Associação, assim como para interessados em adquirir as obras.

Homenagem
Às 19 horas inicia a programação de homenagem aos 47 anos da Agapan e a entrega de congraçamentos a associados que contribuíram com a entidade ao longo desse período. Clique aqui para saber mais.
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Nota da APEDEMA-RS sobre as atividades dos Movimentos Sociais, em Porto Alegre, de 22 a 24/01/2018.

Nota da APEDEMA-RS sobre as atividades dos Movimentos Sociais, em Porto Alegre, de 22 a 24/01/2018.

A ASSEMBLÉIA PERMANENTE DE ENTIDADES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE-RS vem, por meio dessa nota, apresentar sua solidariedade aos movimentos sociais, sindicalistas, trabalhadores, militantes, dentre outros, que organizaram uma agenda de lutas e resistência nos próximos dias, em torno do momento histórico a ser protagonizado pelo Tribunal Regional Federal da 4a região no dia 24 de janeiro de 2018.

A APEDeMA-RS é composta por entidades ecológicas que atendem os seguintes critérios: “Entidade não governamental, supra partidária, sem fins lucrativos, legalmente constituídas que tenham como objetivo estatutário a defesa do equilíbrio do Meio Ambiente, este entendido como constituído por fatores variáveis, químicos, físicos, biológicos, sociais, econômicos, políticos e culturais e/ou que realizem pesquisa de uma sociedade ecologicamente sustentável”. Nesse sentido, por ser suprapartidária, entende que há ONGs com militantes de diferentes partidos e de compreensões diferentes desse episódio, mas pelo seu compromisso com uma Transição Ecológica Necessária, para qual a democracia e os direitos historicamente conquistados são fundamentais, se coloca em apoio a esta rede ampla de denúncia de abusos da Justiça, de lawfare, de perseguição midiática e política como se tem visto. Agrega a essas pautas, a tragédia que têm sido as gestões ambientais no Brasil, o foco no agronegócio, nas hidrelétricas, no incentivo à ampliação da indústria da celulose, ao incentivo do uso de agrotóxicos, na perseguição aos indígenas, na mortandade de ambientalistas e defensores da Natureza, dentre outros fatores, que contradizem o artigo 225 da Constituição Brasileira, e que por conchavos políticos, estão alterando de forma danosa e perversa as legislações ambientais.

A crise ecológica que atinge o Planeta é multidimensional, abrangendo todos os aspectos das diferentes ordens sociais existentes nas diversas culturas hegemônicas do mundo dito civilizado. Trata-se, sobretudo, de uma crise de paradigmas, que se reflete em crise política e institucional. O excesso de centralização do poder político e econômico em escala mundial é um fator constitutivo das dimensões entrópicas do processo civilizatório existente, tanto no que diz respeito à perda de complexidade biológica como de diversidade cultural. O sucesso na adaptação da natureza às atividades antrópicas é uma “vitória” temporária pela qual a humanidade pagará com a redução da sua longevidade como espécie. E, para este tipo de problema, a solução dada pelos governos centrais é sempre a mesma: incrementar o “crescimento econômico” e a “competitividade do mundo globalizado”, sonegando-se a lógica reinante do uso ilimitado de recursos naturais, a produção de bens de consumo supérfluos e obsoletos, que servem para a acumulação ilimitada de capital (“Obesidade Mórbida do Capital”), o que é a principal causa da destruição socioambiental. As velhas receitas, “via soluções de mercado”, para dar sobrevida à apropriação de riquezas, no caso do Brasil e da maior parte dos países detentores de recursos naturais, para garantir a manutenção perversa do modelo de exportação de matérias primas, patenteamento de produtos da biodiversidade, biopirataria, etc.

Concluindo, a APEDeMA não se furtará a divulgar as atividades promovidas pelos agentes dessa causa que compartilham com a totalidade das opiniões expressas nesta nota, ou não, pois acredita que as vozes devem ser ouvidas sempre (Clique aqui para acessar a programação das Atividades). Cada ONG da APEDeMA agirá, nesse período, de acordo com suas tomadas de decisão. Como um coletivo, entretanto, não abrimos mão do Estado democrático de Direito, sem o qual, perderemos a última esperança de diálogo e a ilusão da legalidade, deixando espaço aberto para a barbárie anunciada que se consolidará.

Porto Alegre, 21/01/2018.

APEDeMA-RS (ASSEMBLÉIA PERMANENTE DE ENTIDADES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE-RS).

Email: apedemars@gmail.com

Site: http://www.apedemars.org.br

Nota da APEDEMA RS sobre dias 22 a 24.01.2018 POA Clique nesse título para baixar o documento, imprimi-lo e distribuí-lo onde julgar adequado.

 

 

Gaúchos lutam pela preservação do rio Camaquã

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Ambientalistas da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) se integram às iniciativas em defesa do patrimônio ambiental de Palmas, localizada em Bagé, na região da Campanha do Estado Rio Grande do Sul (RS). 

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Formação rochosa localizada entre os municípios de Lavras do Sul e Bagé, às margens do Rio Camaquã [30º 51’56.84”S e 53º 42’36.29”W], serviu de palco para a fotografia do grupo. Ao fundo, uma ampla vista representativa do Bioma Pampa.
Após ficarem sabendo, há pouco mais de um ano, sobre a intenção de uma empresa de instalar uma mina de metais pesados nas proximidades do rio Camaquã, as irmãs Márcia e Vera Colares, que residem em Bagé e têm propriedade rural em Palmas, abraçaram a árdua missão de agregar forças para defender os patrimônios ambiental e cultural da terra onde nasceram e vivem até hoje. Continuar lendo

Movimento Roessler lança campanha de financiamento coletivo para comemoração dos 40 anos

Fundado em 1978, o Movimento Roessler de Defesa Ambiental com sede em Novo Hamburgo comemorará 40 anos de muita atividade em 2018. Para marcar a data, a entidade está lançando uma série de produtos. 

A meta é atingir R$ 12 mil em contribuições. A arte dos produtos foi desenhada pela ilustradora Silvana Santos e as camisetas são produzidas pela marca gaúcha Vertentes.

A campanha está sediada no site catarse.me e estará no ar somente até 20 de janeiro de 2018.

 

 

 

Agapan Debate de 13/11 vai tratar da importância da Fundação Zoobotânica para a preservação ambiental e para a Ciência

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A Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB/RS), que presta inestimáveis serviços para a sociedade gaúcha, está na mira do governo para ser extinta.
Participe do Agapan Debate no dia 13 de novembro e conheça um pouco mais sobre a atuação desta importante fundação e a situação do projeto governamental que quer extingui-la.
Para apresentar o tema, convidamos o biólogo e pesquisador do Museu de Ciências da FZB/RS Glayson Ariel Bencke e o advogado Christian Ozório Kloppemburg, também da Fundação Zoobotânica. A mediação estará por conta do jornalista João Batista Santafé Aguiar, conselheiro da Agapan e editor do site agirazul.com.

AGAPAN realiza encontro sobre a história e o futuro do movimento ambientalista

Com a forte presença de ambientalistas históricos e muita juventude, o  Auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRGS sediou na noite desta segunda-feira (11/9/2017)  duas palestras: a da historiadora Elenita Malta, sobre a história da AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural e, em conseqüência, do movimento ambientalista em nosso Estado, e do jornalista Roberto Villar Belmonte, sobre a necessidade do ambientalista sair do seu nicho e falar mais para a sociedade, como atividade básica para ampliar as aceitações das teses do movimento e evitar retrocessos. A mesa dos trabalhos foi conduzida pelo presidente da entidade AGAPAN, Francisco Milanez, que promoveu o encontro que faz parte do ciclo AGAPAN Debate.

Elenita narrou diversas atuações de Lutzenberger e da Agapan e concluiu que o termo “sustentabilidade” como vem sendo utilizado hoje poderia ser considerada uma “ecopornografia”.  Villar destacou que falta comunicação ao movimento ambientalista e que o jornalismo que defende é aquele que serve à transformação da sociedade.

Na platéia, a filha de José Lutzenberger, Lilly, o professor Luis Rios de Moura Batista, o jornalista José Fonseca, a geógrafa Káthia Vasconcellos Monteiro, o advogado Beto Moesch, o monge budista Celso Marques, a professora Conceição Carrion, o professor Darci Campani, o engenheiro ambiental Eduardo Quadros, a professora Sandra Mendes Ribeiro, o jornalista Heverton Lacerda, o fundador da Agapan e professor Alfredo Gui Ferreira, a bióloga Karin Potter, entre outros.

O evento foi filmado e será colocado à disposição dos interessados em alguns dias no canal da AGAPAN no YouTube.  Fotografias de Sandra Mendes Ribeiro e Adriane Bertoglio Rodrigues.

Museu com o Acervo da História do Movimento Roessler será inaugurado na próxima segunda, Dia Mundial do Meio Ambiente

O Movimento Roessler de Defesa Ambiental, de Novo Hamburgo, RS, vai inaugurar na próxima segunda-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o Museu Ambiental Henrique Luiz Roessler.
A iniciativa conta com colaboração decisiva do Professor Kurt Schmeling, fundador da entidade, que organizou o acervo histórico que será colocado à disposição dos interessados. Será o principal evento da Semana do Meio Ambiente do Movimento Roessler.

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