Alunos de jornalismo da Uniritter escrevem sobre os desafios do Movimento Ambientalista gaúcho

Sob a supervisão do Jornalista e Professor Roberto Villar, os estudantes de jornalismo Albert Neto, Aline Eberhardt e Ariadne Kramer, da UNIRITTER, campus da FAPA, turno da manhã, divulgaram nesta sexta-feira, 30/6, extensa reportagem sobre os rumos do movimento ambientalista gaúcho, entrevistando diversas lideranças. 

Diante dos graves problemas ambientais que marcam o século XXI, quaisdevem ser as bandeiras de luta das organizações não governamentais que atuam na área? O trabalho das ONGs pode ser financiado com dinheiro de poluidores? Os ambientalistas devem continuar participando de conselhos públicos? Como criar novas lideranças?

Para tentar responder estas questões, a reportagem do blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter entrevistou lideranças da Agapan, do Movimento Roessler, do Instituto Augusto Carneiro, do Núcleo Amigos da Terra Brasil e do Instituto Ingá. Para melhor compreender o movimento ecologista gaúcho, também consultou a historiadora ambiental Elenita Malta.

A pressão dos grupos ambientalistas ajudou a criar políticas públicas a fim de proteger o meio ambiente. Antes feito de forma tímida, hoje de maneira mais acentuada, essas conquistas políticas são fruto de uma tomada de posição mais militante dos movimentos ecológicos. Nos anos 1970, por exemplo, não existiam órgãos responsáveis pela fiscalização e cuidado do meio ambiente. Com o avanço e a popularização do movimento, eles foram sendo criados.

 

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