TVE e Paulo Brack (INGÁ): Frente a Frente debate o novo Código Florestal Brasileiro

O Frente a Frente desta semana, Programa da TVE, entrevista o biólogo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Paulo Brack. Ele faz uma análise das mudanças aprovadas no Código Florestal Brasileiro pela Câmara dos Deputados e critica a redução das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) na margem dos rios fazendo um alerta para a situação no Brasil.

Clique aqui e confira uma das reportagens do Sul21 sobre o Código Florestal, com entrevista com Paulo Brack.

Na bancada do Frente a Frente, os jornalistas Glauco Menegheti, responsável pela editoria de Rural do Correio do Povo, Juarez Tosi, editor da Ecoagência do Rio Grande do Sul, e Gisele Loeblein, editora do caderno Campo e Lavoura da Zero Hora.

O programa Frente a Frente também é transmitido pela rádio FM Cultura, que pode ser sintonizada pela frequência 107,7 ou pela internet acessando o site www.fmcultura.com.br. O Frente a Frente tem apresentação de Vitor Dalla Rosa e produção de Sandra Porciúncula e pode ser assistido na quinta, 3/05, às 22h, e no domingo, 6/05, às 21h, apenas pela TVE.

Reveja o Programa da TV21 sobre o Código Florestal e a entrevista do prof. Paulo Brack com a repórter Rachel Duarte.

Carta do Leitor: Comitê em Defesa das Florestas

Com 21 artigos modificados no novo texto do Código Florestal que, provavelmente, vai a votação na próxima terça-feira (24), o relatório do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) é a “volta do texto da primeira passagem pela da Câmara, agora com maior número de artigos”, na visão do coordenador da Campanha do Greenpeace pelo Desmatamento Zero, Márcio Astrini. “Eles (ruralistas) fazem o relatório em sessenta artigos pra tentar passar pelo Congresso, porém, se a gente fizesse um exercício da verdade nesse código, o texto inteiro poderia ser resumido em poucos artigos: como não precisar que se recupere nada e como as áreas que ainda estão de pé são passíveis de desmatamento sem qualquer condicionante técnica”, afirma.

A versão aprovada no Senado, em dezembro do ano passado, estabelecia que em Áreas de Preservação Permanente (APP) para rios com cursos d’água de até 10 metros de largura, os produtores deveriam recompor 15 metros de vegetação nativa. Para os rios com leitos superiores a 10 metros, a faixa de mata ciliar a ser recomposta deveria ter entre 30 e 100 metros de largura. Em seu relatório, Paulo Piau retirou do texto aprovado pelos senadores a exigência de recuperação das APPs às margens de rios, defendendo que o assunto deva ser tratado em outro momento, por meio de projeto de lei ou medida provisória. “Caberá ao poder Executivo, na definição dos critérios e parâmetros que nortearão o Programa de Regularização Ambiental (CAR), a fixação dessas faixas de proteção considerando as particularidades ambientais, sociais e econômicos de casa região”, diz o relatório.

Leia artigo completo em: CEA.

E…

http://www.comiteflorestas.org.br/

 http://sosambiental.wordpress.com/

http://www.florestafazadiferenca.org.br/home/

Itamaraty lança plataforma online para público participar da Rio+20

Quem quiser participar das discussões que antecedem a Rio+20, que será realizada de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, já pode fazê-lo por meio da plataforma online, lançada pelo Itamaraty nesta segunda-feira e aberta ao público pelo linkhttps://www.riodialogues.org, para discutir os seguintes temas:

1.    Desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza;
2.    Desenvolvimento sustentável como resposta às crises econômicas e financeiras;
3.    Desemprego, trabalho decente e migrações;
4.    A economia do desenvolvimento sustentável, incluindo padrões sustentáveis de produção e consumo;
5.    Florestas;
6.    Segurança alimentar e nutricional;
7.    Energia Sustentável para Todos;
8.    Água;
9.    Cidades sustentáveis e inovação
10.  Oceanos

Leia mais no Blog RS URGENTE.

Arno Kayser, do Movimento Roessler, lança vídeo sobre ECO92

Em tempos de Rio+20 e Cúpula dos Povos, é bom lembrar o que foi o Fórum Global que há vinte anos é inspiração para o mundo todo. O Fórum Global foi um evento paralelo a ECO-92, Rio-92 – Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), realizada entre 3 e 14 de junho de 1992 no Rio de Janeiro. O Fórum Global 92, do qual participaram cerca de 10 mil Organizações Não-Governamentais, deu origem a um importante documento, a Carta da Terra, dentre outros.

Em um belo registro de Arno Kayser, do Movimento Roessler, ONG filiada à APEDEMA/RS, pode-se conferir um pouco daqueles dias no Aterro do Flamengo/Rio de Janeiro que marcaram o mundo. Segundo o ambientalista, o vídeo foi algo artesanal feito com uma câmara de mão na casa de amigos. A seleção das músicas foi uma preocupação sutil do Movimento Roessler. Elas são cantadas em vários idiomas para dar o clima da reunião e todas as canções falam da defesa de um mundo melhor.

Clique aqui e confira o Vídeo de Arno Kayser.

NAT – Amigos da Terra Brasil e a Cúpula dos Povos na Rio+20

Excelente matéria sobre a Cúpula dos Povos, evento paralelo ao evento oficial da Rio+20 na revista Poli da Fiocruz mar/abr 2012. Nela, encontra-se  entrevistas com Pablo Solon, Lúcia Ortiz (NAT), Camila Moreno (NAT), Luís Zarref, Sandra Quintela, dentre outros.

Clique aqui e leia na íntegra a matéria veiculada no blog dos Amigos da Terra Brasil.

FST/2012 – NAT e CasaTierra em depoimento à TV Carta Maior

 

Fernando Campos Costa, do Núcleo Amigos da Terra Brasil, associada da APEDeMA/RS, e CasaTierra, fala à TV Carta Maior, em matéria realizada pela Jornalista Júlia Aguiar, sobre o Acampamento Intercontinental da Juventude e a organização que recebeu milhares de jovens do mundo todo a Porto Alegre.

Artigo de Paulo Brack sobre Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais no site do INGÁ

O INGÁ – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais, afiliado da APEDEMA, apresenta um site com inúmeras possibilidades de pesquisa sobre temas como energia, zona rural, silvicultura e o trabalho do Coletivo Camboim, grupo de educadores ambientais do INGÁ. Também podem ser encontrados artigos de opinião e debate sobre temas atuais que influenciam diretamente a atuação dos Movimentos Sociais, como o artigo do Prof. Dr. Paulo Brack, da UFRGS, membro do INGÁ e da Coordenação da APEDEMA/RS, sobre a Declaração dos Movimentos Sociais.

Diz Brack em seu artigo: “Uma Declaração de Movimentos não pode prescindir da democracia e dos  temas brasileiros! A chamada Declaração dos Movimentos Sociais, apesar de trazer questões preocupantes quanto às Mudanças Climáticas, Transgênicos, e inclusive o Sistema Capitalista (Sistema de Esgotamento da Vida), infelizmente ignorou algumas das principais bandeiras de luta do movimento ambientalista brasileiro.”

 Clique aqui para ler  na íntegra o Artigo de Paulo Brack e visite o site do INGA.

Professor Paulo Brack ao centro, ao lado da Professora e Jornalista Ilza Girardi e do Professor Ludwig Buckup

Maricá no Fórum Social Temático

Considerando o FST como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum foi fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”, o Grupo Maricá, de Viamão, ONG afiliada da APEDEMA, esteve presente em diferentes momentos e espaços de discussão do FST.

Integrante do Maricá na Marcha de Abertura do Fórum Social Temático

Passeata de Abertura (24/01)

Representantes do Maricá, com representantes de entidades da sociedade civil, conselhos, membros da FADERS, SJDH e do CONADE, participaram da Marcha de Abertura do FST, levando as ruas a Campanha Nacional de Acessibilidade, com a versão gaúcha.

Controle Social e Democracia Participativa (26/01)

O grupo Maricá participou desse debate que fomentou justamente uma reflexão sobre os espaços de participação e os mecanismos de atuação da sociedade civil organizada. O Fórum é um espaço que possibilita o diálogo e a participação na construção de sociedades democráticas, sendo este um dos grandes desafios dos debates e interlocuções propostos pelos presidentes do CONADE, Moises Bauer e do Conselho Nacional da Assistência Social (CNAS), Carlos Ferrari.

Redes, Sustentabilidade e Acessibilidade (27/01)

Tendo como palco o Jardim Botânico, foram estabelecidos debates sobre acessibilidade e sustentabilidade, com presenças da Universidade Federal de Santa Maria, Faculdade Cenecista de Osório, Rede Sulbrasileira de Educação Ambiental, Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, FADERS e COEPEDE. O debate esteve centrado na aproximação das redes de educação ambiental, do movimento das pessoas com deficiência e mais além, articular os conceitos de acessibilidade e sustentabilidade e fez parte do II Tecendo Redes.

Participantes do debate sustentabilidade e acessibilidade no Jardim Botânico

 

 

Jornada Internacional de Educação Ambiental (28/01)

O Maricá esteve presente na II Jornada, que retomou o processo da I Jornada Internacional de Educação Ambiental realizado no âmbito da Rio 92/Fórum Global, na qual foi aprovado um pacto mundial para educação ambiental denominado Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global. A II Jornada rumo a Rio+20 visa construir uma rede planetária de educadores para Sociedades Sustentáveis.

Maricá na Jornada Internacional de Educação Ambiental

Debate discute cidades sustentáveis

Ocorreu na quarta-feira (25/01), durante o Fórum Social Temático, importante debate sobre cidades sustentáveis, com participação de diversos painelista, com destaque para o teólogo Leonardo Boff, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e Oded Grajew, do Instituto Ethos.

Maricá no debate sobre cidades sustentáveis

 

O Grupo Maricá, entidade ambientalista afiliada da APEDEMA de Viamão, esteve no evento e pretende construir uma carta similar para a campanha eleitoral. “vamos tencionar partidos e candidatos a assumirem responsabilidade com o meio ambiente e  com a igualdade. Entendemos que a construção de uma cidade sustentável envolve cidadania, acessibilidade e direitos humanos. Com relação ao código florestal, temos confiança no veto presidencial, mas não somos ingênuos e sabemos as condições em que foram realizadas as votações.”

Militantes do Maricá tem participado de vários momentos o Fórum Social Temático e estarão coordenando reuniões com a rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA) e a REASUL (Rede Sulbrasileira de Educação Ambiental), todas preparatórias para a Rio+20.

APEDEMA/RS presente na Assembleia dos Movimentos Sociais em Porto Alegre

Em clima de harmonia e união, aconteceu neste sábado (28/1/2012), a Assembleia dos Movimentos Sociais, no Fórum Social Temática, em Porto Alegre, na Usina do Gasômetro, às 13h, reunindo em torno de 1,5 pessoas. À mesa: João Pedro Stedile, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), José Miguel, da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) e Rosane Bertoti, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A Assembleia dos Movimentos Sociais teve como objetivo reunir os movimentos que compõem a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) para discutirem especificamente suas demandas, além de fortalecer um calendário de lutas em comum para o próximo período.

A articulação de Os Verdes de Tapes, quando o ambientalista Júlio Wandan reenviou um convite recebido pela Rede dos Verdes para Coordenação, anexado a uma carta que enviou para o jornalista que divulgava o  evento, comentando a importância da APEDEMA estar envolvida. Dizia a carta: “(…) sinto que está em falta uma parte do Movimento Social, se não estiver presente algum representante de nossa Assembléia de entidades ambientalistas do RS, que representa mais de 35 entidades em todo o RS. O que seriam dos Movimentos Sociais, se os ativistas ambientalistas não fossem considerados ‘sociais’ também?” deu resultado. Sem ter retorno da Coordenação do evento, mas considerando essa observação, a Coordenação da APEDEMA esteve presente ao evento tentando garantir uma inscrição nas falas.

As primeiras respostas à inscrição da APEDEMA foram negativas, pois a CMS havia delimitado critérios: ONGs de atuação Nacional e Internacional. Foi preciso argumentar, explicando sobre a participação das ONGs afiliadas à APEDEMA/RS nos Conselhos de nível nacional, tais como: CONAMA, MATA ATLÂNTICA, dentre outros. Havendo a aprovação da inscrição, a Coordenação, representada pela ASPAN/RS e a AGAPAN/RS elaboraram uma intervenção rápida, após leitura criteriosa da Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais de Porto Alegre (RS) Brasil e levando em conta os principais pontos discutidos em reuniões pregressas sobre a Rio+20, bem como nos encontros do dia 26/1/2012, à tarde, na UFRGS (Oficina sobre as hidrelétricas) e, à noite, na comunidade Utopia e Luta, na sequência do lançamento da Exposição Virtual “Arte e Ecologia” – GRAFAR & APEDEMA. No dia 26, estiveram presentes ONGs membros da APEDEMA, o ativista Sylvio Nogueira (representando o MOGDEMA e o Movimento em defesa da Orla do Guaíba), representantes de Utopia e Luta e integrantes da APEDEMA do Rio de Janeiro.

Assim, a AGAPAN, na pessoa de Edi Fonseca, em nome das 37 ONGs afiliadas da APEDEMA, apresentou:

1. Apresentou a APEDEMA;

2. Declarou o apoio integral da APEDEMA ao documento produzido pelos Movimentos Sociais no FST POA/2012;

3. Solicitou a inclusão da APEDEMA e dos ecologistas no Comitê Organizacional dessa preparação para Rio+20; (O que foi encaminhado formalmente pela Coordenação ao representando da CUT no RS).

4. Declarou que “somos contra o genocídio dos povos indígenas e de seu modo harmonioso de viver com a natureza. Eles são as principais vítimas do capitalismo, do capitalismo mercantilista colonial até o capitalismo técnico-científico-informacional;

5. Denunciou o modelo energético brasileiro, por ser um modelo militarista da década de 70, bem como a construção indiscriminada de barragens;

6. Denunciou o modelo de agricultura que usa veneno na sua forma de produção;

7. Colocou a disposição dos ambientalistas gaúchos de trabalhar junto com os Movimentos Sociais, na divulgação da Declaração e na organização de eventos. Em especial, o do dia 05 de junho, que pretende ser uma ação GLOBAL.

A Assembléia serviu como uma espécie de análise de conjuntura internacional dos Movimentos, quando foi debatida a crise do sistema capitalista, havendo uma   denuncia reiterada às falsas soluções apresentadas pelo sistema à crise – o que chamam de economia verde – tendo a compreensão de que esse problemas nada mais são do que consequências do próprio sistema capitalista”.

A Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais Porto Alegre (Clique aqui para ler a Declaração completa.)  foi uma bandeira de luta em comum construída entre os movimentos sociais.  Ela reafirmou os eixos de luta, adotados em Assembléia, em 2011: “Luta contra as transnacionais; luta pela justiça climática e pela soberania alimentar; luta para banir a violência contra a mulher; luta pela paz e contra a guerra, o colonialismo, as ocupações e a militarização de nossos territórios, dentre outros”.

Além da AGAPAN (Edi Fonseca) e da ASPAN (Ana Carolina), representando a Coordenação da APEDEMA, estiveram presentes no evento, Sylvio Nogueira (MOGDEMA e Movimento em defesa da Orla) e integrantes do NAT/Brasil, sendo que Fernando Costa, ativista e permacultor, foi inscrito em nome dos Amigos da Terra internacional, e ratificou as principais lutas socioambientais das quais a APEDEMA também faz parte.

 Ver mais em: CUTPortal Vermelho, Jornal do Brasil, RBS, Yana Marull, Um outro jornalismo é possívelEl Alba de Movimientos Sociales, SUL21

GALERIA

Fotos do evento e de Júlio Wandan (Os Verdes de Tapes), nesse registro feito por Antônio Soler (CEA/Pelotas) está também Lucinda (GESP/Passo Fundo).

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Protesto contra censura na Internet

O Centro de Estudos Ambientais – CEA, integrante da APEDeMA/RS, avalia que o projeto a ser apreciado no Congresso Norte-Americano que restringe a publicação de informações na Internet, conhecido como SOPA – Stop Online Piracy Act (em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online), é altamente prejudicial à circulação de idéias e posições críticas também atingindo o ativismo ambiental. O texto, incluído em seu blog, começa assim:

Imagina só se uma denúncia de crime ambiental, aqui no blog, seja uma infração aos direitos autorais de tal empresa criminosa? Isso é só um exemplo, tantas outras coisas podemos pensar. Educação Ambiental se faz com compartilhar. Se não for assim é qualquer outra coisa que não EA. É muitos andam querendo fechar o cerco e devemos estar atent@s. Internet se faz com liberdade e a democracia!

Veja o texto integral.

FSM – ONGs ecológicas preparam debates em Porto Alegre

Matéria do Jornal do Comércio / Porto Alegre, 5/1/2012O Jornal do Comércio  desta quinta-feira (5/1/2012) publica na página 22 da versão impressa extensa matéria sobre a atuação da ONG Maricá, do Núcleo Amigos da Terra Brasil e da AGAPAN, todas as três associadas da APEDeMA, na edição descentralizada do Fórum Social Mundial 2012 que será realizado na Região Metropolitana de Porto Alegre de 24 a 29 deste mês. A matéria é de Juarez Sant´Anna, da editoria de Política do jornal e ilustrada com foto da Geóloga Lúcia Ortiz, do NAT Brasil.  Leia a íntegra.

Indústria do alumínio: A floresta virada em pó

O Núcleo Amigos da Terra Brasil, integrante da APEDeMA/RS, e a Cooperativa Catarse – Coletivo de Comunicação, respectivamente, realizador e produtora da reportagem Indústria do Alumínio: A floresta virada em pó vem por meio desta nota manifestar a satisfação com a repercussão e o grande número de acessos à reportagem e contestar a tentativa de desqualificação que a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) apresentou aos leitores de Carta Maior, ao indicar como exageradas, infundadas e despropositadas as denúncias levantadas por nossa pesquisa de campo sobre a mineração de bauxita e a indústria do alumínio na Região Norte do País. Apresentamos situações graves, fartamente documentadas e de caráter público – todas, inclusive, com repercussões judiciais e administrativas nas instâncias cabíveis, ou seja, com base na veracidade dos fatos -, e que, para nosso espanto, imaginávamos serem do conhecimento da ABAL. Veja a íntegra da manifestação e links para as reportagens aqui. 

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